sexta-feira, 30 de julho de 2010

Rascunhando. _8

Oie!No post passado prometi a minha reflexão, lá vai então:

Quando conheço alguém levo em conta sua personalidade, seu caráter e aí sim decido se posso ou não ser Amiga dela. Mas é claro que isso leva um tempo, logo no principio a energia é que faz a diferença, e não a cor dela.
Mas não é todo mundo que acredita nisso e é claro acaba caindo na armadilha e se posicionando como preconceituoso.
Vocês devem estar achando que sou dessas iludidas que acreditam que não existe Racismo no Brasil, não sou não! Sei que ele existe, e é bem notório.

Já presenciei coisas bem complicadas na rua, já vi gente sair de elevador, mudar de banco no ônibus, não beber água no bebedouro etc. Falando no bebedouro essa historia é bem antiga e eu não esqueço, me marcou mesmo, acho que ali naquele momento eu soube o que era preconceito.

Foi no jardim de infância e estamos no lanche, um amiguinho foi ao bebedouro e bebeu água, um outro amiguinho, tão pequeno é já tão preconceituoso fez um escândalo no pátio porque ele queria beber água e o primeiro amiguinho tinha ido na frente dele, e segundo ele, agora ninguém mais poderia encostar no bebedouro, como se estivesse contaminado. Foi uma cena muito forte e bem complicada, a professora nos levou de volta a sala, e conversou com todos durante todo o resto da aula. Os pais dos dois alunos foram chamado na escola e conversaram com a professora e direção da escola. O aluno preconceituoso saiu da escola, não sei se por convite ou por conta própria, pois éramos muito pequenos e não tenho como saber. Na verdade não sei de muitas coisas dessa historia, o que me marcou mesmo foi a cena, que eu nunca mais esqueci.

Naquela época eu não entendia como a cor de uma pessoa podia ter feito aquele menino, ainda tão pequeno decidir não beber água e ainda fazer aquele escândalo, somente por causa do tom da pele.

Eu ainda não entendo.


Sei que não é uma reflexão mas lendo o texto, só consegui me lembras dessa historia entre outras cenas. O preconceito é uma coisa tão ultrapassada, que é inadmissível que as pessoas continuem a agir assim.



A Cruz de Malta no coração:

O Vasco está se erguendo, e vamos assim, em busca do topo.




Respondendo:


. Carol – É mesmo um exemplo para muitos, Amiga. E que venha aqueles... rsrs.
. Áurea – Que bom te ver aqui Amiga, obrigada e volte sempre!
. Dani – Bem profundo Prima!
. Thatá – To louca para ver sua arte, rs. Eu tb estou colocando mais músicas conforme vou lembrando.
. Tati – que bom que gostou da dica Prima, já estou ansiosa para ver lá no seu blog. rs.

Luz e Paz.
Bjins :P

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Li e Curti! _2

Oie!
Hoje só vim postar um texto que li por aqui.

Ele sugere uma ótima reflexão, mas vou deixar para escrever a minha opinião num próximo post, hoje é valido somente refletir.


O vendedor de balões (Anthony de Mello)
Era uma vez um velho homem que vendia balões numa quermesse.
Evidentemente, o homem era um bom vendedor, pois deixou um balão vermelho soltar-se e elevar-se nos ares, atraindo, desse modo, uma multidão de jovens compradores de balões.
Havia ali perto um menino negro.

Estava observando o vendedor e, é claro apreciando os balões.
Depois de ter soltado o balão vermelho, o homem soltou um azul, depois um amarelo e finalmente um branco.

Todos foram subindo até sumirem de vista.
O menino, de olhar atento, seguia a cada um.

Ficava imaginando mil coisas...
Uma coisa o aborrecia, o homem não soltava o balão preto.
Então aproximou-se do vendedor e lhe perguntou:

- Moço, se o senhor soltasse o balão preto, ele subiria tanto quanto os outros?
O vendedor de balões sorriu compreensivamente para o menino, arrebentou a linha que prendia o balão preto e enquanto ele se elevava nos ares disse:

- Não é a cor, filho, é o que está dentro dele que o faz subir.




A Cruz de Malta no coração:


O ultimo jogo os nossos guerreiros venceram e pareceu convencer a todos. Foi 2 a 0 contra o ultimo colocado da tabela, é verdade. Mas a vontade e a garra apareceu ainda mais em campo. Para completar Prass que andou sendo muito criticado fez defesas maravilhosas incluindo um pênalti. O próximo é contra o rival e vamos com tudo e com a provável e sonhada força máxima, ou melhor, quase máxima, pq Ramon ainda está no departamento medico, mas tenho certeza que estará com toda a sua energia direcionada para os companheiros.



Respondendo:



. Pam – Obrigada Amiga, volte sempre ok ?!
. Carol – Obrigada por tudo, minha SC. (rs)

Luz e Paz.
Bjins :P

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Bookaholic de carteirinha. _6


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Olá!
O último post foi tão especial que nem comentei do novo visual aqui no blog.
Eu queria algo mais a minha cara, e com ajuda da minha “SC” Carol, fiz esse painel de abertura e mudei o fundo aqui. O que acharam?


Dica de Livro: Os romances da Danielle Steel.


Para quem gosta de um bom romance eu indico os livros dessa autora, que eu descobri por acaso na mini livraria das lojas americanas. Comprei o primeiro e gostei tanto que já li quatro, e não vou parar por ai.
As historias são envolventes e muito criativas, cheias tempero.
Temperos básicos e que não podem faltar num bom romance, mas são colocados de uma forma tão inesperada que acabam se tornando novidade.
Dos que eu já li o que eu mais gostei foi: “O chalé”.
E vocês, já leram algum?


Segue as sinopses:
'Meio Amargo' conta a história de India Taylor, uma das fotógrafas mais brilhantes de sua geração. Uma profissional fadada a ganhar o cobiçado prêmio Pulitzer. Mas o amor a faz trocar a carreira por um casamento, filhos lindos e uma bela casa nos subúrbios de Nova York. Após 14 anos de vida doméstica aparentemente tranqüila, India percebe estar muito insatisfeita com sua existência. Ela sente falta de seu trabalho, seu espírito clama por alguma coisa que a complete, que a deixe feliz. Um dia ela conhece Paul Ward, milionário corretor de Wall Street, um homem que não teme viver com uma mulher dedicada à própria carreira.

“Um longo caminho para a casa” Aos sete anos de idade, Gabriella Harrison se sente um estorvo na vida dos pais. Ela acredita, segundo lhe dizem, que é a culpada pelo rancor da mãe e pelo fracasso de seu pais ao tentar protegê-la. Seu mundo é uma mistura confusa de terror, traição e dor. E seus familiares, na vida aristocrática que levam, não conhecem limites nem respeito por ninguém. Depois do fracasso do casamento deles e seu abandono para ser criada num convento, o único refúgio da menina é o que ela escreve. Quando resolve se tornar freira, uma grande reviravolta está prestes a acontecer. Gabriella se envolve com um padre e se vê novamente numa situação de conflito e sofrimento.
Após uma terrível tragédia que os envolve, a jovem vai para Nova York e, como única forma de se sentir definitivamente liberta dos traumas e problemas que assombram, decide encarar o passado de frente.

“O jogo do namoro” Conta uma história cativante sobre as surpresas que uma mulher encontra quando é jogada no mundo divertido de O JOGO DO NAMORO. Paris Armstrong jamais pressentiu o que estava por vir. Com dois filhos crescidos e uma linda casa em Connecticut, estava feliz com o casamento, a família, a vida. Assim, quando seu marido, com quem estava casada havia vinte e quatro anos, disse que precisava conversar, Paris não podia imaginar o que ele estava a ponto de dizer: Eu quero o divórcio. De uma hora para a outra, o marido que ela adorava a largou por uma mulher mais jovem. E Paris ficou sozinha para descobrir como superar o dia seguinte, e mais ainda, o resto de sua vida. Despedindo-se do mundo que conhecia e amava, Paris parte para São Francisco e descobre a vida de solteira num mundo cheio de homens que eram jovens demais, velhos demais, casados demais, ou bons demais para serem verdade.

“O chalé” Cooper Winslow, velho astro das telas, é o dono de uma mansão em Bel Air apelidada carinhosamente de ?O Chalé?. Mas o galã sedutor dos anos dourados de Hollywood está falido, e se vê diante de uma decisão difícil: terá de vender ou alugar parte de sua casa. Opta pela segunda alternativa e recebe sob seu teto dois inquilinos, Mark, abandonado pela mulher após 16 anos de casamento, e Jimmy, que acabou de perder a esposa para uma doença devastadora. Apesar de aparentemente tão diferentes, os três tornam-se bons amigos. E, cada um a seu modo, começam o doloroso processo de reencontrar a felicidade perdida. Ambientado em um cenário chique, povoado de celebridades, este novo romance de Danielle Steel é uma emocionante história de amor, tragédia, segundas chances e decisões importantes que podem mudar definitivamente a vida de Cooper, Mark e Jimmy.

A Cruz de Malta no coração:
Ontem empatamos o pólo aquático infelizmente não é o nosso forte. Mas brincadeira a parte, sei que só tivemos duas rodadas após o reinicio do campeonato, mas já deu para notar uma postura diferente dos nossos guerreiros.
No fim de semana os reforços poderão estrear e nossa força aumentara ainda mais. Estou confiante, vamos com tudo meus guerreiros!
Respondendo:

. Thatá – Vamos dar um jeito de fazer um para você!
. Tati – Para você também Prima!
. Carol – Amiga, agradeço sempre por essa nossa paixão pelo esporte ter nos unidos.
. Paulo – Obrigada pelo recadinho e já fui lá no seu blog, que alias adorei o que vi por lá. Parabéns!

Luz e Paz.
Bjins :P

terça-feira, 20 de julho de 2010

Datas Comemorativas - Dia dos Amigos. _1


Oie!
Eu não poderia deixar vi aqui nesse dia tão especial.Para falar de pessoas tão especiais: Meus anjos amados.

Hoje, dia 20 de julho é dia internacional da amizade e dia do Amigo.
Mas o que seria Amizade?
Para mim é sentimento. Amor de verdade, repleto de sinceridade, carinho, atenção. Um sentimento difícil, se não impossível de descrever com palavras. É algo que eu não quero deixar de sentir nunquinha.Mas então o que seria um amigo?
Sem dúvida é aquela ou aquelas pessoas que fazem você sentir tudo isso.

Meu carinho hoje vai para todos os meus AMIGOS que eu amo, e peço a Deus todas as noites que ele mantenha todos eles pertinho de mim. Citar os nomes aqui seria impossível e com certeza um pouco sem graça. Então vou fazer diferente.

Aos meus amigos de infância – Meus companheiros de brincadeiras, festinhas e muita risada. São a lembrança mais querida da minha doce infância.
Aos meus amigos de escola – Meus companheiros na educação, das aulas chatas e das legais também. A parte mais importante da escola com certeza!
Aos meus amigos da faculdade – Aqueles que fizeram a minha paixão pelo jornalismo desabrochar de uma maneira que nem eu mesma sabia.
Aos meus amigos do condomínio e adjacências – Aqueles que acompanharam varias fazes da minha vida e ate hoje estão aqui ao meu lado.
Aos meus familiares - Que são amigos também, são minhas preciosidades.
Aos meus amigos do Caldeirão – Esses que fazem minha paixão pelo Club de Regatas Vasco da Gama só crescer. Alias fazem também com que a minha lista de agradecimento ao meu clube do coração só aumente.
Aos meus Amigos virtuais – Que para mim não tem nada de virtual, são amigos como todos os outros e despertam em mim tudo que uma amizade desperta.

Aos meus Amigos do Fã Clube do Juninho e da família Real Pernambucana – Que me ensinaram que não podemos jamais deixar de sonhar.

O meu muito obrigado a todos que já passaram ou que estão na minha vida. Com certeza eu tenho em mim um pouquinho de cada um, todos têm grande importância na minha vida e já serão levados para sempre no meu coração. Amo de mais todos vocês. Eu estarei aqui torcendo pela felicidade de cada um, me preocupando com achar necessário, brigando quando achar que devo, ouvindo quando for preciso, rindo quando for a hora etc. Enfim estarei aqui sendo AMIGA de todos vocês.



A Cruz de Malta no coração:

Ganhamos a ultima partida finalmente e ganhamos jogando um futebol bem melhor do viemos jogando nas ultimas partidas. A garotada entrou cheia de gás e fizeram bonito. Agora é trabalhar para continuar assim. Vamos Guerreiros!



Respondendo:



. Carol – Bom saber um pouquinho da sua infância também. É uma fase tão gostosa da nossa vida né?

. Thatá - Eu também não me incomodava de brincar sozinha não, e para de mentir tá? Eu sei que tu é louca pelo rosa. rs


Luz e Paz.
Bjins :P

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Doce Infância. _3

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Olá!
Quem me conhece sabe do meu terror a cor rosa, parece incrível, mas não tenho em casa nada dessa cor, a não ser uma tira do meu tênis.
Mas porque estou falando nisso?
É porque resolvi dar continuidade aos meus textos sobre a minha infância, e desconfio que o rosa tenha tido tanta participação na minha vida, que acabei cansando dele.
Calma Gente!
Eu não era aquelas meninas que se vestiam de rosa dos pés a cabeça, e nem nada disso. Mas é que a minha brincadeira preferida era: Barbie que em toda coleção predominava o rosa.
Eu brincava com as minhas primas, amiga e muitas vezes sozinha. Eu amava arrumar a casa, mudando a arrumação dos moveis. Adorava contar historias que se seguiam por meses. Tudo que eu tinha, de um tamanho possível, virava utensílio da casa da Barbie. Por anos minhas cartinhas a Papai Noel pediam uma Barbie da moda ou algum objeto novo. Em um aniversário eu ganhei de meus pais a casa da Barbie que ficou montado no meu quarto por anos seguidos. Eu chegava da escola e ia direto para o meu “mundo cor de rosa”. Parece triste brincar sozinha, mas eu gostava de verdade, era como se eu saísse da realidade, é quase como acontece hoje quando estou escrevendo, me sinto realizada, bem, em paz. Na época era como eu me sentia ali, no quarto com as minhas bonecas, com a minha brincadeira.
Voltando ao cor de rosa, a única explicação que encontro para tanto terror há uma simples cor, e o fato de ter vivido um tempo no mundo cor de rosa da Barbie o que me cansou da cor. Se não for isso, eu não faço mesmo idéia do porque, o fato é que não gosto dessa cor e que a brincadeira que mais marcou a minha infância é toda em cor de rosa.
Respondendo:
. Tati – Eu também não gostava, mas achei bem interessante esse. Depois eu pego com você o livro!
. Thatá – Prefiro a mistura dos dois mundo,rs. O comentário dessa vez chegou!
. Má – Se tiver a chance de ler, leia voce vai gostar, e vou sim visitar o seu blog logo logo!

Luz e Paz!
Bjinss :P
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